quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A cada 3 dias trânsito de Campo Grande tem duas mortes e mais da metade são motociclistas


Celso Bejarano



De janeiro a setembro deste 2010, 41 pessoas morreram vítimas de acidente de trânsito nas ruas de Campo Grande, média de dois casos a cada três dias.
Vinte e nove das vítimas conduziam ou eram transportadas em motocicletas. Embora a soma que amedronta, o volume de mortes caiu 11% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram anotados 46 casos fatais.
Tais números aparecem no recém publicado relatório de estatísticas do Detran-MS.
Detalhe que deve atrair a atenção das autoridades ligadas ao trânsito: a estatística do órgão estadual considera apenas as mortes no local do acidente.
Não existe aqui em Campo Grande um estudo oficial indicando a soma de mortes por acidentes de trânsito nos hospitais.
Note o exagero: de janeiro a setembro deste ano ocorreram 5.743 acidentes em ruas da Capital, ou 21 a cada dia terminado. E, desse levantamento, segundo o Detran, 5.584 pessoas sofreram algum tipo de ferimento.
Em setembro, por exemplo, diz a estatística do Detran, 691 pessoas ficaram machucadas em acidentes de trânsito, média de 20 por dia.
O relatório do Detran afirma ainda que houve queda no número de mortes de janeiro a setembro do ano passado em relatório ao período deste ano. Contudo, se contado apenas o número de acidentes, percebe-se que o trânsito da Capital está mais violento agora do que em 2009.
Nos nove primeiros meses do ano passado foram anotados 5.224 acidentes, 519 a menos dos casos registrados no mesmo período deste ano.
Alessandra de Souza/arquivo


Das 41 mortes que aparecem no estudo do Detran-MS deste ano, 27 pessoas pilotavam motocicletas, duas ocupavam a garupa do veículo, oito eram pedestres, um dirigia um carro, dois eram passageiros do banco dianteiro de carro e um era ciclista. 


O Painel de Blogs de Edson Pain não se cansa de repetir:

Acidentes de Trânsito e sua prevenção


É inaceitável o elevado indice de acidentes de trânsito nas estradas e ruas de Mato Grasso do Sul.

Só em Campo Grande o Trânsito mata uma pessoa, quase todos os dias.

Os acidentes, de um modo geral decorrem de impericia, negligência e imprudência

O excesso de velocidade está implicado na maioria dos acidentes.


A 60 km/h você dirige o carro,

A 100 km/h só Deus guia o carro e protege o motorista.

A 120 km/h a morte pega carona.

Nós podemos reduzir tais acidentes, mediante educação para o trânsito.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Desafio de Dilma é provar que não é “Lula de batom”, diz revista britânica

The Economist afirma que ela tem de acalmar investidores e analisa os próximos desafios
Do R7

A revista britânica The Economist, na edição desta semana, traz uma análise sobre os desafios de Dilma Rousseff após a vitória nas urnas. A publicação diz que a presidente eleita deve enfrentar os desafios de acalmar os investidores, assim como fez o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2002, e de provar que não é apenas o “Lula de batom”.
A revista relata que Dilma se elegeu levantando a bandeira da continuidade e fez um discurso logo após a eleição descartando mudanças na economia que causem “ondas ou confusão”, mas levanta desconfianças por ter feito parte de uma organização de esquerda durante a ditadura e de ser de uma ala do PT que defende intervenção do Estado na economia.
A publicação ressalta que os críticos estarão de olho nela, a partir de 1º de janeiro, para saber de que forma Dilma vai lidar com a responsabilidade fiscal. Para manter suas promessas, a nova presidente “terá de cortar partes do Orçamento em que Lula não tocou, como as pensões do serviço público. Mas atacar essas vantagens irritaria a base dela e os sindicatos, que ainda são uma força considerável no PT ”.
Mas, segundo a The Economist, se Dilma estiver disposta a brigar pelas reformas, ela vai ter mais chances de se sair bem do que Lula. Diferentemente de seu antecessor, a nova presidente terá ampla maioria nas duas Casas: Câmara e Senado. The Economist diz ainda que as nomeações da nova presidente deverão passar “por escrutínio” [avaliação] e que os investidores esperam que ela convença Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, a ficar no governo. Os mesmos investidores também estariam de olho em Antonio Palocci, cotado para a Casa Civil.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Primeiro discurso (na íntegra) da Dilma Roussef após a divulgação dos resultados

De:
Luiz Carlos Nogueira 
Para:
Edson Nogueira Paim 
Assunto:
Primeiro discurso (na íntegra) da Dilma Roussef após a divulgação dos resultados
Data:
01/11/2010 10:12
Este é um documento histórico, que interessa tanto para quem é petista como para que não é.

Abraços - Luiz Carlos Nogueira

"Minhas amigas e meus amigos de todo o Brasil,
É imensa a minha alegria de estar aqui. Recebi hoje de milhões de brasileiras e brasileiros a missão mais importante de minha vida. Este fato, para além de minha pessoa, é uma demonstração do avanço democrático do nosso país: pela primeira vez uma mulher presidirá o Brasil. Já registro portanto aqui meu primeiro compromisso após a eleição: honrar as mulheres brasileiras, para que este fato, até hoje inédito, se transforme num evento natural. E que ele possa se repetir e se ampliar nas empresas, nas instituições civis, nas entidades representativas de toda nossa sociedade.
A igualdade de oportunidades para homens e mulheres é um principio essencial da democracia. Gostaria muito que os pais e mães de meninas olhassem hoje nos olhos delas, e lhes dissessem: SIM, a mulher pode!
Minha alegria é ainda maior pelo fato de que a presença de uma mulher na presidência da República se dá pelo caminho sagrado do voto, da decisão democrática do eleitor, do exercício mais elevado da cidadania. Por isso, registro aqui outro compromisso com meu país:
- Valorizar a democracia em toda sua dimensão, desde o direito de opinião e expressão até os direitos essenciais da alimentação, do emprego e da renda, da moradia digna e da paz social.
- Zelarei pela mais ampla e irrestrita liberdade de imprensa.
- Zelarei pela mais ampla liberdade religiosa e de culto.
- Zelarei pela observação criteriosa e permanente dos direitos humanos tão claramente consagrados em nossa constituição.
- Zelarei, enfim, pela nossa Constituição, dever maior da presidência da República.
Nesta longa jornada que me trouxe aqui pude falar e visitar todas as nossas regiões. O que mais me deu esperanças foi a capacidade imensa do nosso povo, de agarrar uma oportunidade, por mais singela que seja, e com ela construir um mundo melhor para sua família. É simplesmente incrível a capacidade de criar e empreender do nosso povo. Por isso, reforço aqui meu compromisso fundamental: a erradicação da miséria e a criação de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras.
Ressalto, entretanto, que esta ambiciosa meta não será realizada pela vontade do governo. Ela é um chamado à nação, aos empresários, às igrejas, às entidades civis, às universidades, à imprensa, aos governadores, aos prefeitos e a todas as pessoas de bem.
Não podemos descansar enquanto houver brasileiros com fome, enquanto houver famílias morando nas ruas, enquanto crianças pobres estiverem abandonadas à própria sorte. A erradicação da miséria nos próximos anos é, assim, uma meta que assumo, mas para a qual peço humildemente o apoio de todos que possam ajudar o país no trabalho de superar esse abismo que ainda nos separa de ser uma nação desenvolvida.
O Brasil é uma terra generosa e sempre devolverá em dobro cada semente que for plantada com mão amorosa e olhar para o futuro. Minha convicção de assumir a meta de erradicar a miséria vem, não de uma certeza teórica, mas da experiência viva do nosso governo, no qual uma imensa mobilidade social se realizou, tornando hoje possível um sonho que sempre pareceu impossível.
Reconheço que teremos um duro trabalho para qualificar o nosso desenvolvimento econômico. Essa nova era de prosperidade criada pela genialidade do presidente Lula e pela força do povo e de nossos empreendedores encontra seu momento de maior potencial numa época em que a economia das grandes nações se encontra abalada.
No curto prazo, não contaremos com a pujança das economias desenvolvidas para impulsionar nosso crescimento. Por isso, se tornam ainda mais importantes nossas próprias políticas, nosso próprio mercado, nossa própria poupança e nossas próprias decisões econômicas.
Longe de dizer, com isso, que pretendamos fechar o país ao mundo. Muito ao contrário, continuaremos propugnando pela ampla abertura das relações comerciais e pelo fim do protecionismo dos países ricos, que impede as nações pobres de realizar plenamente suas vocações.
Mas é preciso reconhecer que teremos grandes responsabilidades num mundo que enfrenta ainda os efeitos de uma crise financeira de grandes proporções e que se socorre de mecanismos nem sempre adequados, nem sempre equilibrados, para a retomada do crescimento.
É preciso, no plano multilateral, estabelecer regras mais claras e mais cuidadosas para a retomada dos mercados de financiamento, limitando a alavancagem e a especulação desmedida, que aumentam a volatilidade dos capitais e das moedas. Atuaremos firmemente nos fóruns internacionais com este objetivo.
Cuidaremos de nossa economia com toda responsabilidade. O povo brasileiro não aceita mais a inflação como solução irresponsável para eventuais desequilíbrios. O povo brasileiro não aceita que governos gastem acima do que seja sustentável.
Por isso, faremos todos os esforços pela melhoria da qualidade do gasto público, pela simplificação e atenuação da tributação e pela qualificação dos serviços públicos. Mas recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos.
Sim, buscaremos o desenvolvimento de longo prazo, a taxas elevadas, social e ambientalmente sustentáveis. Para isso zelaremos pela poupança pública.
Zelaremos pela meritocracia no funcionalismo e pela excelência do serviço público. Zelarei pelo aperfeiçoamento de todos os mecanismos que liberem a capacidade empreendedora de nosso empresariado e de nosso povo. Valorizarei o Micro Empreendedor Individual, para formalizar milhões de negócios individuais ou familiares, ampliarei os limites do Supersimples e construirei modernos mecanismos de aperfeiçoamento econômico, como fez nosso governo na construção civil, no setor elétrico, na lei de recuperação de empresas, entre outros.
As agências reguladoras terão todo respaldo para atuar com determinação e autonomia, voltadas para a promoção da inovação, da saudável concorrência e da efetividade dos setores regulados.
Apresentaremos sempre com clareza nossos planos de ação governamental. Levaremos ao debate público as grandes questões nacionais. Trataremos sempre com transparência nossas metas, nossos resultados, nossas dificuldades.
Mas acima de tudo quero reafirmar nosso compromisso com a estabilidade da economia e das regras econômicas, dos contratos firmados e das conquistas estabelecidas.
Trataremos os recursos provenientes de nossas riquezas sempre com pensamento de longo prazo. Por isso trabalharei no Congresso pela aprovação do Fundo Social do Pré-Sal. Por meio dele queremos realizar muitos de nossos objetivos sociais.
Recusaremos o gasto efêmero que deixa para as futuras gerações apenas as dívidas e a desesperança.
O Fundo Social é mecanismo de poupança de longo prazo, para apoiar as atuais e futuras gerações. Ele é o mais importante fruto do novo modelo que propusemos para a exploração do pré-sal, que reserva à Nação e ao povo a parcela mais importante dessas riquezas.
Definitivamente, não alienaremos nossas riquezas para deixar ao povo só migalhas. Me comprometi nesta campanha com a qualificação da Educação e dos Serviços de Saúde. Me comprometi também com a melhoria da segurança pública. Com o combate às drogas que infelicitam nossas famílias.
Reafirmo aqui estes compromissos. Nomearei ministros e equipes de primeira qualidade para realizar esses objetivos. Mas acompanharei pessoalmente estas áreas capitais para o desenvolvimento de nosso povo.
A visão moderna do desenvolvimento econômico é aquela que valoriza o trabalhador e sua família, o cidadão e sua comunidade, oferecendo acesso a educação e saúde de qualidade. É aquela que convive com o meio ambiente sem agredi-lo e sem criar passivos maiores que as conquistas do próprio desenvolvimento.
Não pretendo me estender aqui, neste primeiro pronunciamento ao país, mas quero registrar que todos os compromissos que assumi, perseguirei de forma dedicada e carinhosa. Disse na campanha que os mais necessitados, as crianças, os jovens, as pessoas com deficiência, o trabalhador desempregado, o idoso teriam toda minha atenção. Reafirmo aqui este compromisso.
Fui eleita com uma coligação de dez partidos e com apoio de lideranças de vários outros partidos. Vou com eles construir um governo onde a capacidade profissional, a liderança e a disposição de servir ao país será o critério fundamental.
Vou valorizar os quadros profissionais da administração pública, independente de filiação partidária.
Dirijo-me também aos partidos de oposição e aos setores da sociedade que não estiveram conosco nesta caminhada. Estendo minha mão a eles. De minha parte não haverá discriminação, privilégios ou compadrio.
A partir de minha posse serei presidenta de todos os brasileiros e brasileiras, respeitando as diferenças de opinião, de crença e de orientação política. Nosso país precisa ainda melhorar a conduta e a qualidade da política. Quero empenhar-me, junto com todos os partidos, numa reforma política que eleve os valores republicanos, avançando em nossa jovem democracia.
Ao mesmo tempo, afirmo com clareza que valorizarei a transparência na administração pública. Não haverá compromisso com o erro, o desvio e o malfeito. Serei rígida na defesa do interesse público em todos os níveis de meu governo. Os órgãos de controle e de fiscalização trabalharão com meu respaldo, sem jamais perseguir adversários ou proteger amigos.
Deixei para o final os meus agradecimentos, pois quero destacá-los. Primeiro, ao povo que me dedicou seu apoio. Serei eternamente grata pela oportunidade única de servir ao meu país no seu mais alto posto. Prometo devolver em dobro todo o carinho recebido, em todos os lugares que passei.
Mas agradeço respeitosamente também aqueles que votaram no primeiro e no segundo turno em outros candidatos ou candidatas. Eles também fizeram valer a festa da democracia.
Agradeço as lideranças partidárias que me apoiaram e comandaram esta jornada, meus assessores, minhas equipes de trabalho e todos os que dedicaram meses inteiros a esse árduo trabalho. Agradeço a imprensa brasileira e estrangeira que aqui atua e cada um de seus profissionais pela cobertura do processo eleitoral.
Não nego a vocês que, por vezes, algumas das coisas difundidas me deixaram triste. Mas quem, como eu, lutou pela democracia e pelo direito de livre opinião arriscando a vida; quem, como eu e tantos outros que não estão mais entre nós, dedicamos toda nossa juventude ao direito de expressão, nós somos naturalmente amantes da liberdade. Por isso, não carregarei nenhum ressentimento.
Disse e repito que prefiro o barulho da imprensa livre ao silencio das ditaduras. As criticas do jornalismo livre ajudam ao pais e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório.
Agradeço muito especialmente ao presidente Lula. Ter a honra de seu apoio, ter o privilégio de sua convivência, ter aprendido com sua imensa sabedoria, são coisas que se guarda para a vida toda. Conviver durante todos estes anos com ele me deu a exata dimensão do governante justo e do líder apaixonado por seu pais e por sua gente. A alegria que sinto pela minha vitória se mistura com a emoção da sua despedida.
Sei que um líder como Lula nunca estará longe de seu povo e de cada um de nós. Baterei muito a sua porta e, tenho certeza, que a encontrarei sempre aberta. Sei que a distância de um cargo nada significa para um homem de tamanha grandeza e generosidade. A tarefa de sucedê-lo é difícil e desafiadora. Mas saberei honrar seu legado. Saberei consolidar e avançar sua obra.
Aprendi com ele que quando se governa pensando no interesse público e nos mais necessitados uma imensa força brota do nosso povo. Uma força que leva o país para frente e ajuda a vencer os maiores desafios.
Passada a eleição agora é hora de trabalho. Passado o debate de projetos agora é hora de união. União pela educação, união pelo desenvolvimento, união pelo país. Junto comigo foram eleitos novos governadores, deputados, senadores. Ao parabenizá-los, convido a todos, independente de cor partidária, para uma ação determinada pelo futuro de nosso país.
Sempre com a convicção de que a Nação Brasileira será exatamente do tamanho daquilo que, juntos, fizermos por ela.
Muito obrigada."

Fonte: Estadão.com.br – Clique aqui para conferir


quarta-feira, 27 de outubro de 2010

CNT/Sensus: Dilma lidera com 51,9% e Serra tem 36,7% (Postado por Erici Oliveira)


A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior para 15,2 pontos agora

AGÊNCIA BRASIL


No levantamento anterior, Dilma Rousseff tinha 46,8% eJosé Serra, 41,8%
São Paulo - A candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, tem 51,9% das intenções de voto, ante 36,7% de seu adversário, o tucano José Serra, segundo pesquisa CNT/Sensus divulgada nesta manhã.
A vantagem de Dilma para Serra aumentou de cinco pontos porcentuais da pesquisa anterior, na semana passada, para 15,2 pontos agora. No levantamento anterior, Dilma tinha 46,8% e Serra, 41,8%.
Ao se considerar somente os votos válidos - o que exclui nulos e brancos e se redistribui os indecisos proporcionalmente, Dilma tem 58,6% e Serra, 41,4%. A rejeição à candidata petista caiu de 35,2% da pesquisa anterior para 32,5%. Já a rejeição a Serra subiu de 39,8% para 43%.
O levantamento, com margem de erro de 2,2 pontos porcentuais, foi feito com dois mil eleitores, entre os dias 23 e 25 de outubro, em 136 municípios e foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número 37609/2010.

sábado, 23 de outubro de 2010

Anastácio e Aquidauana choram por Cláudio Valério


Sábado, dia 23 de Outubro de 2010 às 12:15hs
Com informações ACMA & JNE

Obrigado Cláudio Valério!

Essa é a frase que mais se houve no momento, por parte do povo anastaciano. Prefeito Cláudio Valério da Silva saiu prematuramente do nosso convívio, mas deixa a todos um legado de amor ao próximo, companheirismo, de trabalho e principalmente de dedicação a sua querida Anastácio, que jamais será esquecido.

Homem público determinado, corajoso, arrojado, Valério se destacou como pessoa, cidadão e político e se consagrou como um dos mais importantes no nosso Estado.
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Foi um homem profundamente ligado à luta pela liberdade e pela democracia, qualidades que o povo anastaciano e principalmente a classe política da cidade tem por obrigação dar continuidade para que seja uma busca constante de um município justo e digno com o seu povo.

A sua história de vida foi escrita com pitadas de serenidade sem apatia, prudência, mas despida de fraqueza, honestidade, sinceridade e coragem sem temeridade.


A luta constante pela verdadeira cidadania fez do professor, poeta, escritor e deputado estadual Cláudio Valério da Silva, uma luz na vida de cada anastaciano que, como gratidão o fez prefeito por quatro mandatos que ficará registrado para sempre na história da cidade.

Portanto, Cláudio Valério, professor muito nos ensinou, também despertou o amor popular pela sua cidade, trouxe a força do povo nordestino para o MS, que deixa órfão uma exemplar família, porém ainda continua vivo, e assim vai permanecer para sempre na memória do povo que tanto amou e pela terra a que se dedicou por toda a sua vida.

Por tudo isso, e muito mais, só podemos dizer o mesmo "obrigado prefeito Cláudio Valério", a exemplo do povo anastaciano; Deus o recebe de braços abertos e ao mesmo tempo estará dando forças à sua família para suportar esse momento doloroso que todos nós também iremos passar

Seu exemplo será alavanca para que o vice prefeito Douglas Figueiredo ao assumir o cargo na próxima segunda feira possa honrar sua memória cuidando de Anastácio com o mesmo carinho, com o mesmo olhar terno e fraterno.

domingo, 1 de agosto de 2010

O que Publicam os Principais Jornais e Revistas do País, neste domingo

O Globo

Manchete: Governo não fiscaliza repasses de R$ 162 milhões a sindicatos
Investigação sobre destino dos recursos públicos recebidos por centrais se arrasta há 9 anos

O governo federal repassou pelo menos R$ 162 milhões às grandes centrais sindicais do país - Força Sindical, CUT e outras quatro entidades - e até hoje não se sabe se esses recursos foram gastos corretamente, apesar de os convênios terem sido firmados de 2001 a 2009. Uma amostragem do Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi) revela que as prestações de contas referentes a R$ 54,9 milhões nem foram analisadas. Nos demais casos, a prestação de contas não foi apresentada ou contém irregularidades, informa Regina Alvarez. A Força, que passou a apoiar o governo Lula e sua candidata à Presidência, Dilma Rousseff, aparece como inadimplente em três convênios entre 2001 e 2003 e, somados, chegam a R$ 101,9 milhões. Todos são alvo de tomadas de contas especiais devido a irregularidades identificadas. O TCU já alertou o governo sobre as falhas na fiscalização. (Págs. 1 e 3)

Foto legenda - Em busca das encomendas perdidas
Depois de amargar um período de queda de pedidos e demitir 20% dos empregados, a Embraer já recupera as encomendas perdidas com a crise. A empresa voltou de uma feira de aviação em Londres trazendo na bagagem pedidos de 191 jatos comerciais, num valor de US$ 7,1 bilhões.
(Págs. 1 e 39)
Pastoral do Menor voltará a atuar na rua
Criada há 26 anos, a Pastoral do Menor, da Arquidiocese do Rio, voltará a atuar junto a moradores de rua, em projetos como inclusão digital, esportes, saúde bucal e informática. (Págs. 1 e 36)

Mercado sai do armário
Com 40 empresas associadas, a recém-criada Câmara de Comércio GLS do Brasil fará em São Paulo a primeira feira de negócios voltada para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros do Mercosul, relata Gilberto Scofield Jr. (Págs. 1 e 42)
Corrupção policial tem até tabela
Uma análise dos processos de crimes de PMs na Auditoria da Justiça Militar revela que a corrupção policial no Rio tem até uma tabela de valores, que variam de R$ 2 (cobrados de uma van ilegal) à R$ 50 mil (de um traficante). (Pags. 1 e 19)
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Folha de S. Paulo

Manchete: Petistas fazem dossiê contra ministro do PT
Documentos acusam Marina, filha de Mantega, de tráfico de influência no BB; ela nega, e titular da Fazenda não comenta

Na briga por cargos e poder no governo Lula, até o ministro Guido Mantega (Fazenda) foi alvo de dossiê apócrifo que o próprio governo identifica como feito pela ala do PT egressa do sindicalismo bancário. O material obtido pela Folha, contém acusações de tráfico de influência no Banco do Brasil contra Marina, filha de Mantega. O objetivo era forçar o ministro a desistir de nomear Paulo Caffarelli, vice-presidente do BB, para a chefia do fundo de pensão Previ.
O dossiê diz que Marina se reuniu com o vice do BB e fez pedidos, o que ele confirma e ela nega. Caffarelli foi preterido da Previ, mas os bancários não emplacaram seu nome. Petists apontados como culpados pelo dossiê negam; Mantega não comentou. (págs 1 e Poder)

Donos de bares aprovam 1º ano da lei antifumo
A lei antifumo, que completa um ano no próximo sábado, pegou mesmo. É o que a Folha apurou com donos de 60 bares, boates, restaurantes de vários perfis e regiões de São Paulo. Até quem era contra a medida há 12 meses elogia agora o "fim da fumaça". pags 1 e C1
Mercado de luxo no país crescerá 23% este ano
Pesquisa estima que o mercado de luxo no Brasil avance 23% no ano e fature R$ 15,1 bilhões. A expansão recorde esperada é mais de três vezes a do PIB (7%). Especialistas atribuem a alta ao aumento de consumidores neste segmento, entre outros fatores. Pags. 1 e B4
Censo começa hoje com 192 mil recenseadores
O IBGE inicia hoje o recenseamento nacional realizado a cada dez anos. Maior e mais importante pesquisa desenvolvida pelo instituto, o Censo 2010 vai envolver 192 mil recenseadores, que devem visitar 58 milhões de domicílios em 5.565 cidades. Pags. 1, C8 e C9
Boa notícia - Teste revela que ônibus a biodiesel polui menos - Pags 1 e C5

Editoriais
Leia "Direito ao humor", sobre as restrições de legislação eleitoral à livre expressão; e "Caso Bruno", acerca dos erros na condução dos inquéritos no país. Pags 1 e A2
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O Estado de S. Paulo

Manchete: Fatia do Tesouro nos recursos do BNDES cresce mais de 500%
Proporção de dinheiro federal passa de 6% em 2001 para 40% em 2009

Presente nos grandes negócios fechados no País nos últimos meses, o BNDES depende cada vez mais do Tesouro, informa Lu Aiko Otta. A proporção de recursos dos cofres federais, que era de 6% em 2001, chegou a 40% em 2009, num total de R$ 144,3 bilhões, um salto de 566%. A fatia deverá ser ainda maior neste ano, porque foram injetados mais de R$ 80 bilhões de dinheiro público. Para fortalecer o BNDES, o Tesouro emitiu títulos pelos quais paga taxa de mercado, mas esse dinheiro é emprestado pelo banco pela Taxa de Juros de Longo Prazo, bem mais baixa. A diferença configura subsídio, bancado pelos cofres federais e cujo valor é desconhecido. (Pags 1 e Economia B1)
Dilma diz que é preciso 'racionalizar' o Estado
Em entrevista ao Estado, a candidata à Presidência Dilma Rouseff (PT) disse que é possível conciliar gastos públicos e investimentos. Mas ela defende a "racionalização do Estado", com a presença mais forte do setor privado. "O BNDES não precisa ter esse tamanho."

"Nós não vamos substituir o setor privado. Até porque não dá." (Pags. 1, Nacional A12 e A13)
China lidera em 2010 investimento externo no Brasil
A China assumiu o primeiro lugar entre os investidores estrangeiros no Brasil em 2010, informa a correspondente em Pequim, Cláudia Trevisan. Se os US$ 11 bilhões anunciados se concretizarem, passará de 42° para 10º no ranking que considera a soma de investimentos ao longo dos anos. (Pags 1 e Economia B10)
Milionários miram a suplência no Senado - Págs 1 e Nacional A4

México também reata relações com Honduras Pags 1 e Internacional A18

Copa 2014: desperdício à vista
Candidatas à financiamentos de R$ 4,8 bilhões do BNDES, as obras dos estádios para a Copa de 2014, reúnem índícios de superfaturamento, desperdício de recursos e negócios arriscados para os cofres públicos, informa a repórter Marta Salomon. Até sexta-feira, o Comitê Organizador contabilizava o início das obras em apenas metade das arenas pré-selecionadas para o Mundial. O palco de São Paulo segue indefinido. (Págs 1 e Esportes E8)
Fernando Henrique Cardoso
cara ou coroa?

O voto decidirá entre dois modelos de sociedade. Um mais centralizador e burocrático, outro mais competitivo e meritocrático. Págs 1 e Espaço Aberto A2
Dora Kramer
Ronda Ostensiva

O PT, que mal consegue se manter na legalidade, é que se arvora em patrulheiro dos limites da liberdade de expressão. (Págs 1 e Nacional A8)
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Jornal do Brasil

Manchete: Cultura do 'pega' se espalha na internet
Repressão não assusta grupos que marcam corridas via rede social

A repercussão da morte do músico Rafael Mascarenhas, atropelado por um carro que estaria disputando um pega dentro do Túnel Acústico, na Gávea, não parece atemorizar quem pratica esse crime. Na internet, inúmeras páginas de redes sociais zombam do Código de Trânsito e fazem apologia das corridas clandestinas. Em várias, participantes desafiam e avisam onde será o próximo duelo. A maior parte ocorre ruas da Zona Oeste e da Baixada Fluminense. (Pags. 1, Tema do dia e A2 e A3)
Agressões do 'bullying' já estão na web
O bullying, que começou nas escolas fazendo vítimas entre os alunos mais frágeis, chegou à web. As agressões já podem ser consideradas crime contra a honra e injúria, mas, quando o agressor é menor, acaba protegido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. (Págs 1 e
Cidades A7)
De acordo com juiz, ficha mais ou menos limpa
O Maranhão abriga duas interpretações para o Ficha Limpa, o que ficou claro quando juízes permitiram a candidatura de Sarney Filho (PV). De um lado, Márlon Reis, de outro, Magno Linhares, que veem pressupostos diferentes na aplicação da lei, o que muda totalmente as decisões. (Págs 1 e País A4)
Poluição é um negócio da China
A China está perdendo a luta contra a poluição do ar, em que pesem seus programas ambientais. Um estudo recente mostrou que índices de Pequim superaram em 80% padrões da Organização Mundial da Saúde. (Págs 1 e Vida, Saúde e Ciência A18)
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Correio Braziliense

Manchete: Trânsito em Fúria
Saiba por que simples discussões entre motoristas terminaram em morte e espancamento em algumas cidades brasileiras.Geaderson (foto) teve parte da orelha decepada por três desconhecidos, depois de uma leve batida na Estrutural.

Faça teste se você é intolerante. (Pags. 1, 10 e 11)
Saindo da informalidade
Até dezembro, mais de 2,5 milhões de brasileiros deverão ter carteira de trabalho assinada, mas ainda há um longo caminho a trilhar. (Pags. 1, 14 e 15)
Eleições no DF - Fraga rompe aliança com Joaquim Roriz
Deputado manterá a candidatura ao Senado, mas seguirá em campanha independente. Ele não fará parte do palanque do ex-governador. O estopim do racha foi a hostilidade dos rorizistas ao secretário de Transportes do governo Arruda durante eventos públicos. (Págs 1 e 25)
Eleições
Parlamentares com o colchão cheio de reais.

Dos 513 deputados federais que concorrem a um cargo em outubro, 112 declararam à Justiça Eleitoral que guardam dinheiro em casa. São mais de R$ 17 milhões, distribuídos em quantias que variam de R$ 13,02 a R$ 1,3 milhão. A prática não é ilegal, mas, no mínimo, estranha. (Págs 1 e 2)
MPDFT- A difícil missão da nova procuradora (Págs 1 e 29)

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Estado de Minas

Manchete: O show dos milhões dos deputados
Não é só Dilma quem deixa dinheiro embaixo do colchão. Levantamento do Estado de Minas mostra que 122 deputados federais em campanha guardam em casa mais de R$ 17 milhões. O valor, calculam especialistas, poderia render R$ 2 milhões por ano se aplicado em fundos conservadores. Para o procurador eleitoral em Minas, Felipe Braga Netto, a prática pode “mascarar ilegalidades.” (Pags. 1, 3 e 4)
Sonho da casa vira pesadelo
Abandonados, imóveis do programa Minha casa, Minha Vida inaugurados em fevereiro por Lula e Dilma viram alvo fácil de vândalos em Governador Valadares. Menos da metade das 96 casas foi entregue a moradores. (Pag. 1 e 12)
O censo que promete desenhar um novo retrato do Brasil
Recenseadores começam amanhã a visitar 58 milhões de lares para descobrir mudanças de hábitos e avaliar impacto de tecnologias como o celular e a internet na vida dos brasileiros. (Págs. 1, 25, 28 e 29)
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Jornal do Commercio

Manchete: Fantasia de aluguel
O JC mostra mergulha no mundo dos garotos de programa. De quem pega e de quem ganha dinheiro com sexo. Ilusão negociada por gente que vive como produto nas ruas, sarjetas, cinemas. (Pág.1)

Quadro de Portinari recuperado no Rio (Pág.1)

A vez de Marina (Pág.1)

Flash eleitoral (Pág. 1)

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Veja

Manchete: 10 regras da lipo segura
Como as mortes associadas a essa cirurgia poderiam ter sido evitadas
(Pags 1 Especial 116)
A multinacional socialista
Como a política e os negócios se misturaram na compra de parte da Oi pela Portugal Telecom. (Págs 1 e Economia 126)
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Época

Manchete: Aprenda a ser criativo
A criatividade é hoje a qualidade mais valiosa no trabalho. Novas pesquisas revelam como ela funciona - e como você pode aumentar a sua. (Pag. 1)
Wikileaks
O poder do site que vazou segredos militares americanos. (Pag. 1)
Desperdício
A festa dos contratos de eventos com o governo.

Para uns, a vida é uma festa.

Organizar congressos e recepções para o governo virou um excelente negócio, impuscionado por contratos de preços altos e sem licitação. (Pags. 1 e 44)
Sexo
A moda de tirar a roupa no Twitter. (Pag. 1)
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ISTOÉ

Manchete: Tudo por dinheiro
Como a perda de esportividade de um dos maiores ídolos brasileiros, o piloto de Fórmula 1 Felipe Massa, provoca um impacto no Moral Nacional e no sonho de milhares de fãs, chocados com a ideia de que a garra por competir pode ser trocada por um contrato milionário.

A análise de sociólogos, dos campeões de F-1 e de ícones do esporte.

Os bastidores do esquema Ferrari para se manter em alta.(Págs 1)
Cosméticos seguros
A nova onda de produtos saudáveis para a beleza. (Págs. 1)
Fé e Política - A mobilização dos religiosos na eleição.
Contra a legalização do aborto, o casamento gay e a descriminalização da maconha, líderes de diferentes religiões se engajam na campanha. (Pags. 1 e 48)
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ISTOÉ Dinheiro

Manchete: União de gigantes que mexe com o seu celular
Os espanhóis da Teefônica ficam com a Vivo. A Portugal telefônica vira sócia da Oi. Negócios gigantescos que movimentaram mais de E 11 bilhões. O que isso significa para o mercado de telefonia e para o consumidor? (Págs 1 e 42)
Eleições
Quem são e o que propõe os empresários-candidatos

Do escritório aos palanques: empresários se lançam na política em todo o País (Pags 1 e 34)
Personagem
O homem que ganha dinheiro com James Dean e Marilyn Monroe

Eles vivem: mortos notórios que ainda rendem muito lucro. (Pags 1 e 58)
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CartaCapital

Manchete: Grande negócio. Para quem?
Certamente para Carlos Jereissati e Sergio Andrade, os principais e talvez únicos brasileiros beneficiados com a entrada da Portugal Telecom na Oi.

A entrada da Portugal Telecom na Oi derruba o discurso da "empresa nacional forte" e engorda ainda mais as carteiras de Carlos Jereissati e Sergio Andrade.

(Págs 1 e Seu País 18)
FARC
Política do medo, arma de Uribe e tática eleitoral no Brasil.

Ignorar a história, uma saída rasteira

Condenar as farc sem levar em conta o contexto no qual a guerrilha surgiu é jogo sujo (Págs 1 e Nós e o mundo 34)
Afeganistão
90 mil documentos provam o vexame da guerra

Vexame completo

Documentos vazados no site WikiLeaks detalham a fragilidade, as falhas e a ineficácia das Forças dos EUA e da Otan na guerra que já dura nove anos. (Págs 1 e Nosso Mundo 38)
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Zero Hora

Manchete: Virada no tempo chega com vento de 117 km/h
Nova frente fria trouxe vendaval que atingiu a região de Santa Maria na madrugada de sábado. (Págs. 1 e 23)
Troca de viaduto
Tráfego testa operação na BR-116 no domingo. Obra na rodovia desafia os motoristas. (Págs 1 e 22)
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